segunda-feira, 16 de novembro de 2020

LINGUAGEM DE DANÇA | HISTÓRIA DA DANÇA TRADICIONAL E CONTEMPORÂNEA | APRECIAÇÃO | ENSINO FUNDAMENTAL / ANOS FINAIS

 Fala Pessoal, Tudo Legal! Hoje nosso assunto será dança Tradicional a Contemporânea! Preparados então, vamos nessa!


O desenvolvimento da dança em sua história tradicional e contemporânea

entre as Danças clássicas.

O Lago dos Cisnes SPCD e OSESP

Na dança e nos modos como se desenvolveu no decorrer da história, podemos perceber como o corpo tem sido visto, pensado e modificado. Na dança clássica, o corpo do dançarino, mesmo se movimentando com elevado grau de domínio técnico, tenta dominar sua natureza, refinando seus movimentos. Em um primeiro momento, ele nos parece, por suas posições corporais, mais estático, buscando demonstrar a clareza das linhas dos movimentos. Vale lembrar que o que atualmente chamamos de dança clássica é, na verdade, um conjunto de conceitos que engloba o balé da côrte (da época do rei francês Luís XIV), o balé da ação (do século XVIII, época do importante maître de ballet Jean-Georges Noverre), o balé romântico e o balé clássico, que trouxe as sapatilhas de ponta – fator importante na imposição desse modelo –, as dançarinas pálidas e etéreas, e as histórias fantásticas de cisnes e princesas, nas quais há um modelo de mulher frágil e delicada determinada por um corpo magro, franzino, que evidencia as linhas e os ângulos tão valorizados por essa dança e a qualidade de movimento aéreo, extremamente leve, contra a gravidade. A redução do peso corporal é condição obrigatória em muitas companhias, e o coreógrafo George Balanchine teve papel importante no processo de cristalização desse padrão, ao reforçá-lo em um período (décadas de 1960 e 1970) em que muitos artistas experimentavam exatamente a diversidade de corpos em cena. Algumas palavras-chave sintetizam a dança clássica: posições, verticalidade, frontalidade, rotação externa dos membros inferiores, virtuose, sapatilhas de ponta, precisão, movimento aéreo, leve, contra a gravidade; corpo do dançarino, fábulas etc.



Grupo Corpo - Parabelo | 1997

Na dança moderna, o corpo quebrou o protocolo das formas da dança clássica, abandonando as posições dos braços, das pernas e dos pés, e buscando também o chão como espaço de atuação. Retirando as sapatilhas, a dança moderna colocou os pés no chão e passou também a usar o tronco para expressar emoções, anseios e ideias. Desse modo, a dança moderna buscou, inicialmente, opor-se ao modelo romântico de mulher e de temas. Em geração antecedente, Isadora Duncan foi exemplo de outra vertente em que se buscou a espontaneidade de movimentos e formas – um corpo mais livre, tanto da rigidez acadêmica da dança clássica quanto da restrição de movimentos imposta por roupas (corpetes e espartilhos) e calçados (sapatilhas de ponta), que inibiam a movimentação e a livre expressão do corpo. São artistas visionários da dança moderna: Isadora Duncan, Ruth Saint-Denis, Louie Füller, Rudolf Von Laban, Mary Wigman, Martha Graham. Algumas palavras-chave da dança moderna: corpo do dançarino, mitos, uso do chão, liberdade de movimento, plexo solar, mobilidade do tronco etc. (SÃO PAULO (Secretaria de Educação do Estado), 2014, p.50-51).1



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(EF07AR10)Explorar elementos constitutivos do movimento dançado nas diferentes manifestações das danças clássica e moderna, abordando, criticamente, o desenvolvimento da dança em sua história tradicional e contemporânea.

(EF07AR11)Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo, peso, fluência e espaço) como elementos que, combinados, geram as ações corporais e o movimento dançado.






LINGUAGEM DE DANÇA | DANÇAS FOLCLÓRICAS | APRECIAÇÃO - ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS

 Fala Pessoal, Tudo Legal! Hoje nosso assunto será danças folclóricas! Preparados então, vamos nessa!


DANÇAS FOLCLÓRICAS

Tiveram suas origens através das culturas europeia, indígena e africanas. Importante manifestação cultural específica de um povo e de uma região que retrata suas raízes através das danças, músicas, trajes típicos etc., e que são transmitidas também de geração para geração. No Brasil, o Frevo, originado em Pernambuco, e o Carimbó, da região do Amazonas, são danças consideradas patrimônio cultural imaterial brasileiro. No estado de São Paulo temos ainda o Jongo, o Fandango e a Catira. Esses são exemplos de danças brasileiras e paulistas que traduzem a tradição e os costumes do povo de uma determinada região.



ENART 2013 DANÇA PAU DE FITAS CTG 
RONDA CHARRUA CAMPEÃO ENART 2013

Dança da Fita, manifestação milenar de origem européia, instalou-se em nosso país nos estados do sul, através dos imigrantes no século passado. Essa manifestação é uma reverência feita à árvore, após o rigoroso inverno europeu. Nas aldeias, os colonos, no prenúncio da primavera, realizavam a Dança da Fita para homenagear o renascimento da Árvore. Tradição muito antiga dos povos açorianos, trazida ao nosso país pelos portugueses e espanhóis, é também praticada em outros países das Américas, do México até a Argentina. A coreografia desenvolve-se como uma ciranda onde os participantes que orbitam ao redor de um mastro central, durante a translação em ziguezague, vão trançando as fitas, encurtando-a até que fique impossível prosseguir. Faz-se então o movimento contrario, destrançando as fitas. A coreografia segue o ritmo dos instrumentos musicais, como sanfona, violão e pandeiro. A Dança da Fita tinha sua própria música, uma marchinha acompanhada por violas, rabecas, entre outros instrumentos, por causa da regionalização, passou a ter variações na música e nos instrumentos. No Brasil teve grande popularidade durante as festas de Reis, do Divino, do Natal, do Ano-Novo. Hoje, embora mais rara, ainda é encontrada em vários pontos do país, recebendo nomes diversos, como: trancelim, dança-do-trancelim, dança-da-trança, dança-do-mastro, trança-fita, vilão, trançado, engenho ou moinho. Também chamada jardineira e trança esta dança se disseminou nos estados do Sul. No Rio Grande do Norte aparece no final do bumba-meu-boi, com o nome de engenho-de-fitas. Na Amazônia é parte da dança-do-tipiti.






Carimbó - Balé Brasil - Danças Folclóricas Brasileiras

Carimbó é uma sonoridade de procedência indígena, aos poucos mesclada à cultura africana, com a assimilação das percussões dos negros; e a elementos de Portugal, como o estalar dos dedos e as palmas, que intervêm em alguns momentos da coreografia. Originalmente, em tupi, esta expressão significa tambor, ou seja, curimbó, como inicialmente era conhecido este ritmo. Gradualmente o termo foi evoluindo para carimbó.

Nas décadas de 60 e 70 guitarras elétricas foram acrescentadas aos tradicionais instrumentos, e a dança passou a receber forte inspiração de ritmos como o merengue e a cúmbia. Ao se disseminar pela região Nordeste do país, ela impulsionou o surgimento da lambada, que se difundiria por todo o Planeta.

A coreografia principia com os casais posicionados em filas, e então o homem acerca-se de sua companheira batendo palmas, sinal para que ela se considere convidada para dançar. Elas cedem e dão início a um volteio circular, constituindo simultaneamente um amplo círculo, movendo as saias, com a intenção de arrojá-las sobre a cabeça de seu parceiro.


Catireiros do Fogo - Bombeiros Uberaba

Catira ou cateretê é uma dança do folclore brasileiro, em que o ritmo musical é marcado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos.
De origem híbrida, com inflências indígenas, africanas e europeias, a catira (ou "o catira") tem suas raízes em Goiás, norte de Minas e interior de São Paulo. A coreografia é executada, na maioria das vezes, por homens (boiadeiros e lavradores) e pode ser formada por seis a dez componentes e mais uma dupla de violeiros, que tocam e cantam a moda.
É uma dança típica do interior do Brasil, principalmente na área de influência da cultura caipira (São Paulo, norte do Paraná, Minas Gerais, Goiás e partes do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul).
A coreografia da catira é quase sempre fixa, havendo poucas variações de uma região para outra. Normalmente é apresentada com dois violeiros e dez dançadores.



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(EF06AR10) Explorar elementos constitutivos do movimento dançado nas danças folclóricas paulistas e brasileiras, abordando, criticamente, o desenvolvimento dessas manifestações da dança em sua história tradicional e contemporânea.

(EF06AR11)Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo, peso, fluência e espaço) como elementos que, combinados, geram as ações corporais e o movimento dançado.



PROCESSO CRIATIVO NA ARTE | VÍDEO | ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS e MÉDIO

Fala pessoal tudo bem? Esse é o vídeo inaugural do meu canal Arte na Sala? Neste vídeo você irá ver como uma obra de arte é criada! Curta se inscreva no canal e deixe sua sugestão para os próximos vídeos!

Até a próxima!


O que é Processo Criativo? 


segunda-feira, 9 de novembro de 2020

LINGUAGEM ARTES VISUAIS | DESENHO E PINTURA | ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS

Olá Pessoal!? Tudo legal? Hoje a nossa aula será muito interessante e divertida! Preparados!? Então, aperte os cintos e Vamos lá!!!


DESENHO

Técnica de representar, ou criar formas, utilizando materiais como lápis, carvão, pincel. É composta por criar formas com linhas, pontos, etc.

Grafismos Indígenas


Arte indígena



Desenhos do artista Caribé



Arte Africana | da arte rupestre à época moderna | 
curso online certificado | Citaliarestauro.com

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PINTURA

 Técnica de empregar pigmento a uma superfície, para colori-la, dando-lhe tons e texturas. Mais especificamente é a arte de pintar uma superfície, como papel, tela ou uma parede.




 






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(EF08AR01)Pesquisar, apreciar e analisar desenho, pintura, modelagem, escultura e outras modalidades produzidas por culturas indígenas (brasileiras e latinoamericanas) e africanas de diferentes épocas, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário,
a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

(EF08AR02)Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais de culturas indígenas (brasileiras e latinoamericanas) e africanas, contextualizando-os no tempo e no espaço.










LINGUAGEM ARTES VISUAIS | APRECIAÇÃO | MOSAICO E ESCULTURA | ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS

 Olá Pessoal!? Tudo bem? Na aula de hoje falaremos sobre Mosaico e  Escultura. Preparados!? Então, coloque os cintos de segurança e VAMOS LÁ!


MOSAICO

Imagem de Thomas B. por Pixabay 


Imagem de WikiImages por Pixabay 



Mas o que a história diz sobre o Mosaico!?

O Mosaico, conhecido também como arte musiva, é uma montagem de pequenos fragmentos de materiais como pedras, azulejos de várias cores, pastilhas de vidro – os mais usados -, conchas, papéis, botões, plásticos, couros, grãos de alimentos e outros mais, denominados tesselas, sobre planos anteriormente dispostos para este fim, resultando em desenhos os mais variados.
A meta desta técnica é ocupar artisticamente superfícies como planos, pisos, paredes e também, atualmente, esculturas. Este trabalho envolve meticulosidade, persistência e disciplina, já que para compor um mosaico é necessário juntar cacos que ao menos apresentem duas colorações distintas de qualquer matéria-prima.


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ESCULTURA


Imagem de Gerhard Janson por Pixabay 




Imagem de Alexas_Fotos por Pixabay 



Considerada a terceira das artes clássicas, a escultura é a técnica de representar objetos e seres através da reprodução de formas. Utiliza-se de materiais como gesso, pedra, madeira, resinas sintéticas, aço, ferro, mármore e das seguintes técnicas: cinzelação, fundição, moldagem ou a aglomeração de partículas. Sua origem baseia-se na imitação da natureza, com o intuito maior de representar o corpo humano.


Vamos brincar um pouco!?


Mosaico de Papel, com o Professor Rodrigo


Dicas de Cerâmica - Tartaruga


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(EF07AR01)Pesquisar, apreciar e analisar mosaico, escultura, muralismo e assemblage nas artes visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.



LINGUAGEM ARTES VISUAIS | APRECIAÇÃO | ORIGAMI E LAMBE-LAMBE | ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS

 Olá Pessoal, tudo legal!? Hoje vamos conhecer algumas técnicas aplicadas nas Artes Visuais, sente na cadeira aperte o cinto e aproveite a vista!!!


ORIGAMI

Você sabe fazer um Origami? 

Imagem de Anke Sundermeier por Pixabay


VAMOS VER UM POUCO DA ORIGEM DO ORIGAMI?

A história do Origami


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LAMBE-LAMBE

Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay


O lambe-lambe é uma vertente da arte de rua que utiliza cartazes como intervenção urbana, com o intuito de transmitir ideias e pensamentos, divulgar as artes ou até mesmo protestos elaborados através de imagens e textos.

Como aplicar Lambe Lambe - Homens da Casa




***QUE TAL BRINCARMOS UM POUCO?***

Origami: Tsuru - Instruções em Português BR




O que é e como fazer um lambe-lambe




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(EF06AR01)Pesquisar, apreciar e analisar dobradura, gravura, lambe-lambe e animação nas artes visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

(EF06AR02)Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais da dobradura, da gravura, do lambe-lambe e da animação, contextualizando-os no tempo e no espaço.





LINGUAGEM ARTES VISUAIS | FOTOGRAFIA E GRAFITE | ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS

  Fala Pessoal tudo bem?! Nossa aula de hoje vamos conhecer um  pouco mais dos trabalhos de fotografos e grafiteiros. Preparados, então aperte os cintos e bora começar!! 


FOTOGRAFIA

Imagem de Shutterbug75 por Pixabay 

 
Originalmente, trata-se de uma imagem fixada em papel (ou outros materiais), por meio de agentes químicos. É também, o nome do processo pelo qual é possível registrar imagens por meio de equipamentos mecânicos/eletrônicos/digitais. A fotografia possui vários estilos, dentre eles a fotografia documental em que o artista, por meio de imagens objetivas, busca destacar um tema que pode estar relacionado a questões sociais, científicas, históricas, entre outras, e a fotografia do cotidiano em que o artista registra exatamente o que vê, o que acontece nos espaços urbanos.

A Genesis de Sebastião Salgado

Cristiano Mascaro “Eu sou um fotógrafo de rua”

GRAFITE

Manifestação artística das modalidades de desenho e/ou pintura, surgida em Nova York nos anos 1970, caracterizada pela intencionalidade do artista em interferir na paisagem urbana, utilizando suportes originalmente não criados para esta finalidade. A arte do grafite possui vários estilos, dentre eles o estêncil (termo inglês: stencil) que é uma técnica usada para estampar, aplicar desenho por meio de um molde, preenchendo com tinta o desenho vazado, criando o elemento desejado (figura, desenho, número, letras etc.) e o grafite 3D, técnica utilizada pelos artistas para dar a ilusão de que o desenho está saindo do chão ou da parede. As imagens são impactantes, interativas e simulam abismos, penhascos etc. 

Imagem de ShonEjai por Pixabay 

Os Gêmeos revelam seus rascunhos, 
ateliê e vida para a Trip





Nina Pandolfo




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(EF09AR01)Pesquisar, apreciar e analisar fotografia, grafite, escultura, intervenção e outras modalidades da arte pública contemporânea em obras de artistas brasileiros e estrangeiros e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.



















SAIBA MAIS

Livro Digital - Como Desenhar 15 Animais